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Calendário Bíblico do Ano 5787

14 de set.
12 min de leitura

Atualizado: 20 de set.



A revelação das tuas palavras esclarece e dá entendimento aos simples.

Salmos 119:130




No tempo presente é fundamental ao cristão aprofundar o conhecimento sobre os tempos e festas descritos na Bíblia. Isso implica ir além da visão linear que nos foi ensinada.


Ciclos do tempo divino:   Na tradição bíblica, o tempo não é apenas uma sequência linear de dias e anos, mas um movimento cíclico e vivo que reflete o ritmo divino.

Em vez de enxergar o tempo como uma linha que avança, a Bíblia convida à percepção de que a vida acontece em um ciclo — como o dos meses, anos ou semanas — onde cada estação revela algo novo sobre a relação entre Deus e a humanidade.


O calendário bíblico e o calendário civil (gregoriano) nem sempre caminham juntos.

Compreender essa diferença ajuda a perceber que o tempo bíblico tem um ritmo próprio, que às vezes se encontra com o nosso calendário civil, mas na maioria das vezes segue em paralelo.


Por isso, nossas datas podem não coincidir, já que cada calendário segue lógicas diferentes:

  • O gregoriano é solar, baseado no ciclo do sol.

  • O bíblico/judaico é lunissolar, ajustando meses pela lua e anos pelo sol.


A tradição judaica ensina que o primeiro dia do novo ano bíblico, contado desde a criação, ocorreu em 25 de Elul.

Em 2026 corresponderá ao dia 6 de setembro.

Essa coincidência é rara e feliz, porque fará com que o sábado bíblico (shabat) se alinhe com o sábado gregoriano.


Portanto as semanas deste ano estão em perfeita harmonia.

Outro aspecto importante a considerar nesse alinhamento decorre da compreensão da leitura do nome deste novo ano, que termina no numeral 7 (5787).

Pois o número sete refere-se, dentro outros, ao sétimo dia.


Por sua vez, o ano judaico civil que começa em 1 de Tishrei também começa e termina em um dia de sábado, reforçando o número sete.

O calendário bíblico é lunar, e 5787 será um ano bissexto, com um mês adicional.

E assim será também um ano mais longo, pois completará 385 dias lunares.

Este será um tempo para proclamar diariamente o nome de nosso justo Messias, o Senhor e Rei Jesus.


Tudo está sinalizando para harmonia, se Nosso Deus quiser e permitir.

Que tenhamos todos um ano incrível, com as bençãos divinas.


Abaixo compartilho alguns dados que extraí de vídeos do Youtube sobre inrterpretações do ano 5787, de autores judeus e cristãos:


PUREZA

Simbolicamente, 5787 é tratado como um ano áureo de pureza espiritual, brilho e revelação divina

A palavra Paz / ouro está profundamente ligada aos nomes femininos como Golde / Golda, que significa ouro em iídiche, e à essência da mulher e da menina judaica, que representam essa pureza e valor precioso dentro do lar e da comunidade.

(Fonte: inner.org).



Versículos da Torah

A Correspondência entre Versículos da Torá e Anos Históricos: Explicação de que cada um dos 5.845 versículos da Torá representa um ano da história do mundo, segundo o Gaon de Vilna (Rabbi Eliyahu ben Shlomo Zalman, conhecido como o GRA – acrônimo para HaGaon Rabeinu Eliyahu), que viveu entre 1720 e 1797, é considerado um dos maiores gênios e autoridades espirituais da história do judaísmo. Com base nesse ensinamento, o ano de 5787 corresponde ao verso em Deuteronômio / Parashat Haazinu:

"De mim é a vingança e a recompensa; ao tempo que resvalar o seu pé; porque o dia da sua ruína está próximo, e as coisas que lhes hão de suceder se apressam".

As Duas Interpretações Principais:

Perspectiva de Provação Interna: Uma das opiniões discutidas no vídeo aponta que esse rigor poderia representar as últimas dificuldades e desafios enfrentados pelo povo judeu antes do fim dos tempos, servindo como um processo de purificação espiritual antes da chegada do Messias (Mashiach) [04:44].

Retribuição às Nações: A outra visão — apontada como a mais prevalente — interpreta o trecho como o momento em que Deus finalmente intervém para ajustar contas e trazer justiça diante do sofrimento infligido ao longo dos séculos pelas nações do mundo.

Fonte: YouTube


O Terceiro Templo

O ano de 5787 é composto pelo final 87, que em hebraico corresponde às letras Pey e Zion (Paz):

O Ouro Puro (Paz): A palavra paz significa ouro puro (diferente de zahab, que é o termo comum para ouro).

O rabino lembra que a Menorá e partes da Arca da Aliança eram feitas de ouro puro, simbolizando a realeza e a reemergência do Templo em Jerusalém, apontando para a construção do Terceiro Templo.


A Revelação Divina (Ani Hashem):

O valor numérico de Pay-Zion (87) também está associado à expressão Ani Hashem ("Eu sou Deus"), indicando que este será um ano em que a consciência espiritual e a presença de Deus se tornarão muito claras para o mundo inteiro, mesmo em meio a cenários de grande turbulência e guerras.


A Conexão com o Salmo 87

O número do ano também remete diretamente ao Salmo 87, que profetiza o retorno e a exaltação de Sião, além de descrever as nações reconhecendo a centralidade espiritual de Jerusalém e da Torá emanando de lá.


O vídeo conecta diretamente o ano de 5787 ao Salmo 87 para ilustrar a profecia de uma grande transformação espiritual, o retorno a Sião e a centralidade de Jerusalém.


Os principais pontos abordados sobre o Salmo 87 no vídeo em referência são:


O Retorno e a Fundação de Sião: O Salmo 87 fala sobre o amor de Deus pelas portas de Sião, descrevendo-as acima de todas as habitações de Jacó. Isso se alinha perfeitamente com a energia do ano 5787, apontando para a reemergência e reconstrução do Templo em Jerusalém.


A Torá Emanando de Sião: O texto bíblico simboliza o ponto de encontro onde a palavra e a presença divina se manifestam com força para orientar as nações.


O Reconhecimento das Nações: Assim como mencionado no Salmo e reforçado nas profecias de Sukkot, o texto profético antecipa o momento em que povos de várias partes do mundo reconhecerão a verdadeira essência divina ligada a Jerusalém, subindo para adorar e prestar tributo ao Deus de Israel.

Fonte: YouTube


Festas e Feriados Judaicos

O vídeo aprofunda a relação entre o ano de 5787 e o mês hebraico de Tishrei, destacando o papel central das festividades judaicas (Rosh Hashanah, Yom Kippur e especialmente Sukkot) neste cenário de transição e profecia.


Os principais aspectos das festividades abordados no vídeo são:

Dois povos

A Filosofia do "Telhado" (Gag) vs. A "Sucá" (Suka)

O rabi utiliza o ensinamento do Rabino Samson Raphael Hirsch para contrapor duas filosofias de vida:


O Povo do Gag (Telhado): A palavra hebraica gag significa telhado, representando estruturas de poder criadas pelo homem, autossuficiência, arrogância e a tentativa de afastar Deus do controle do mundo.


O Povo da Sucá: A sucá é uma cabana frágil com um teto de folhagem (sechach) que deve ser descartável e desconectada do solo. Ela simboliza a Emunah (fé absoluta em Deus) e recorda as "nuvens de glória" que protegeram os judeus durante os 40 anos no deserto. A sucá representa a transição do exílio (galut) para a redenção (Geula).

O Teste Final das Nações


Segundo o Talmud citado pelo rabi, no fim dos tempos Deus testará as nações do mundo com um mandamento específico: o da Sucá.


O texto aponta que as nações tentarão cumprir o preceito, mas diante dos desafios práticos (como o calor intenso dentro da sucá), acabarão rejeitando o mandamento, enquanto o povo judeu persevera na fé e na alegria.


Por outro lado, há a promessa profética de que um remanescente das nações sobreviventes reconhecerá o Deus de Israel e subirá a Jerusalém durante Sukkot para prestar tributo no Terceiro Templo.


As Quatro Espécies (Arba Minim) e a Unificação

Durante Sukkot, cumpre-se o preceito de unir as quatro espécies vegetais (o etrog, o lulav, os hadassim e as aravot):


Diversidade e União: Cada espécie representa tipos diferentes de pessoas dentro do povo de Israel — desde aqueles que possuem estudo da Torá e boas ações até os que não possuem nenhum dos dois.


O Despertar Coletivo: O rabi enfatiza que a salvação e a harmonia espiritual não vêm do isolamento, mas de unir todas essas partes em um só fecho.


O ato de agitar as espécies desperta espiritualmente tanto o povo judeu quanto as nações do mundo para a missão dada por Deus.


Gog e Magog

A Batalha de Gog e Magog e as Guerras Atuais: O debate sobre como as profecias e os conflitos atuais (como o papel do Irã/Pérsia e de potências como a Rússia) se conectam com a profecia de Gog e Magog.


Como visto acima Gog é semelhante à palavra para telhado Gag.


Leituras Proféticas (Haftarot): Nas leituras tradicionais escolhidas pelos rabinos para o primeiro dia e o shabat intermediário de Sukkot, lê-se sobre Gog e Magog.


O rabino aponta que as profecias descrevem uma grande investida de nações contra a Terra de Israel, focada especificamente em Jerusalém.


A Escolha do Mês de Tishrei: Os inimigos iniciaram ações marcantes justamente no mês de Tishrei (ligado ao período de festas), mas o rabino argumenta que os méritos acumulados pelas mitzvot (mandamentos) de Rosh Hashanah, Yom Kippur e Sukkot servem como escudo e catalisador para a eventual derrota dessas forças e o início da redenção final.


Gog e o Telhado (Gag): A palavra Gog está relacionada a gag (telhado em hebraico). O rabi explica que o telhado representa a proteção feita pelo homem, a autossuficiência e o poder estruturado para afastar a dependência de Deus.


Essa expressão Gag encontra-se em Josué 2:6, onde Raabe esconde os espiões no telhado.


A Projeção do Mal (Magog): Quando se adiciona a letra Mem ("M") antes de uma palavra, o sentido passa a ser de projeção (por exemplo, luz versus projetar luz). Portanto, Magog representa aqueles que não apenas nutrem ódio contra o povo judeu, mas projetam ativamente esse mal para o mundo através de mentiras, difamações, campanhas de ódio e antissemitismo global.


A Conexão com as Três Profecias e o Mês de Sukkot


O video destaca que as leituras proféticas (Haftarot) associadas ao primeiro dia e ao shabat intermediário da festa de Sukkot tratam especificamente de Gog e Magog.


Segundo o comentário do Malbim citado no vídeo, as passagens de Ezequiel (como o capítulo 38) representam três grandes confrontos mundiais. O conflito foca-se propositalmente na Terra de Israel e em Jerusalém, sendo visto como uma batalha que desperta a fúria divina devido à tentativa de profanar a terra santa.


A Geopolítica Atual e os Atores Envolvidos

A Pérsia (Irã) e seus Proxies: O rabi aponta a moderna Pérsia (Irã) — e seus grupos aliados (como Hamas, Hezbollah e os Houthis) — como peças ativas e a ponta de lança dessa investida (o lado "jihadista" e de culto à morte) que eclodiu com mais força em 2023.


A Rússia e os Financiadores de Bastidores: Referindo-se também a antigas tradições talmúdicas que situam geograficamente certos impérios no norte (como Kandia / Rússia), o rabi discute a colaboração estratégica e financeira por trás do regime iraniano, sugerindo que grandes mudanças ou quedas geopolíticas nesses centros de poder devem se tornar mais evidentes.


O Significado Espiritual: Batalha de Ideologias

Para o rabi, a guerra de Gog e Magog é essencialmente um confronto entre duas filosofias:


As Nações do Gag (Telhado): Aqueles que confiam em sua própria força, armamentos, governos e estruturas de poder mundiais para tentar ditar e destruir a moralidade divina.


O Povo da Sucá (Fé): O povo de Israel e todos aqueles que escolhem alinhar sua fé na proteção frágil, porém absoluta, de Deus (simbolizada pelas nuvens de glória da sucá).


O conflito culminará, segundo a profecia, na intervenção direta de Deus (Hashem), resultando na queda dessas forças opressoras e fazendo com que um remanescente das nações sobreviventes reconheça a verdade e suba a Jerusalém para adorar a Deus durante a festa de Sukkot.


A Conexão com a Festa de Sukkot: O significado de Sukkot (a Festa dos Tabernáculos) — comparando o conceito de "telhados artificiais" (gag, representando a autossuficiência humana) com a "sucá" (suka, a cabana frágil que simboliza a absoluta fé e proteção divina).


O Despertar Espiritual das Nações: A profecia de que, após os conflitos, remanescentes das nações não judeias reconhecerão a presença de Deus e subirão a Jerusalém para adorar no Terceiro Templo.


As Quatro Espécies de Sukkot (Arba Minim): A explicação de como as quatro espécies utilizadas na festa (etrog, lulav, hadassim e aravot) representam a unificação de diferentes tipos de pessoas dentro do povo judeu e o despertar espiritual coletivo.

Fonte: YouTube



O Simbolismo do 7 e do 8 no ano 5787

Simbolismo do 7


Sobre os códigos espirituais do ano de 5787, o número 7 assume um papel central na Cabala e no misticismo judaico, representando o mundo da natureza, da limitação física e da materialidade.


Os principais aspectos e simbolismos associados ao número 7 são:


A Esfera de Malchut (Reino): Na árvore das 10 sefirot da Cabala, a sétima esfera é Malchut (Malcute), que simboliza o mundo físico em que vivemos, a realidade material e o recipiente que recebe todas as influências divinas superiores.


A Ciclicidade do Tempo e da Natureza: O sete rege o ritmo do mundo natural: os sete dias da criação, o ciclo do ano sabático (shmitah), as sete notas musicais de uma oitava e as estruturas limitadas pelo tempo e pelo espaço.


O Ponto Interior (A Ficha/O Centro): O palestrante explica que o número 7 também aponta para o interior.

Por exemplo, se pensarmos em um cubo com suas 6 faces externas (frente, trás, cima, baixo, direita, esquerda), a 7ª dimensão é o seu centro interno. Assim, o "mundo do 7" convida a olhar para dentro da realidade física para buscar a espiritualidade.


O Shabat: O sétimo dia da semana representa o ápice da conexão que a natureza física pode atingir por si mesma, servindo como uma ponte sagrada que introduz a energia e os portores da Binah (o entendimento superior, representado pelo número 8).


O Exílio e a Consciência de Sheva: Viver apenas sob a ótica do "7" (sem a elevação espiritual) significa estar preso às limitações, aos julgamentos e às ilusões do mundo material. O grande objetivo da redenção e do novo ano é fazer com que este "mundo do 7" (Malchut) suba e se una ao "mundo do 8" (Binah), trazendo harmonia, clareza e renovação para a vida terrena.


Simbolismo do 8


A Conexão entre o Número 7 e o Número 8:


Como a elevação do Malchut (mundo físico) até o Binah (mundo espiritual superior) traz a suavização dos julgamentos e prepara o terreno para a era messiânica.


O número 8 tem um papel central no misticismo judaico e na Cabala, representando o sobrenatural, a liberdade e a esfera espiritual superior.


Os principais aspectos e simbolismos associados ao número 8 na aula são:



A Esfera de Binah (Entendimento): Na Árvore das Sefirot, a oitava esfera (contando de baixo para cima, do Malchut até o Binah) representa a inteligência suprema, a sabedoria e a intuição que está acima da lógica puramente material do mundo.


O Mundo além da Natureza (Alma d'Chiruta): Enquanto o número 7 rege as leis fixas e os ciclos limitados do mundo físico, o número 8 simboliza o além da natureza, a liberdade espiritual e a capacidade de superação das restrições temporais e espaciais.


A Conexão com o Infinito: O símbolo matemático do infinito (∞) é um 8 deitado. Na Cabala, o número 8 aponta para a conexão com a dimensão infinita do Criador, que não se submete às regras da física ou do tempo.


A Circuncisão no Oitavo Dia (Brit Milah): O palestrante destaca que o número 8 marca uma quebra nos ciclos naturais (como o ciclo de 7 dias da semana).

Hanukkah

Exemplos disso são a circuncisão realizada no oitavo dia de vida — que sela a aliança com o Criador elevando o corpo físico acima das leis da natureza — e os 8 dias de Hanukkah.


O Shmini Atzeret e o Ano do Jubileu: O oitavo dia após a festa de Sucot (Shmini Atzeret) e o ano do Jubileu (o 50º ano, após sete ciclos de sete anos) representam momentos de celebração, união eterna e reinicialização completa das estruturas terrenas.


A Consciência de Redenção (O salto de 7 para 8): O objetivo principal da transição para o novo ano hebraico explicado no vídeo é alinhar a nossa consciência terrena (Malchut / 7) com a visão celestial e libertadora do Infinito (Binah / 8), transformando a nossa percepção da realidade para vivermos em sintonia com a redenção.


Fonte:



Ouro

O Segredo do Ouro Puro (Paz) nas Escrituras: [25:01] Análise de passagens do Cântico dos Cânticos, dos Salmos e do Livro de Isaías, relacionando o termo paz (ouro) com o banquete de amor entre o Criador e a alma, bem como a avaliação dos justos na redenção.



O Messias

O Messias



A Alma do Messias como Reencarnação de Set:


A tradição cabalística (especialmente nos ensinamentos do Arizal) aponta que a alma do Mashiach é um desdobramento ou reencarnação da alma de Set (שט), o terceiro filho de Adão e Eva.


Os três personagens — Hével (Abel), Shet (Set) e Mashiach — formam o acróstico místico da palavra Hashem (o Nome Divino).


Indicando que eles fazem parte de uma mesma jornada contínua de correção da alma humana.


A Restauração do "Plano Original" (O Tzelem / A Imagem Divina):

Enquanto o primeiro Adão pecou e gerou rupturas, a Bíblia relata que Set nasceu "à sua semelhança, conforme a sua imagem" (Gênesis 5:3).


O Mashiach atua para restaurar de forma definitiva esse esplendor original (o Tzelem / a imagem e semelhança de Deus) na humanidade, recuperando o reflexo do "Homem Primordial" (Adam Kadmon).


A Conexão entre o 7 e o 8 (O Salto da Matéria ao Sobrenatural):


A tese central da aula é que a era messiânica é o momento em que o "mundo do 7" (a natureza, a limitação física e a esfera de Malchut) se eleva e se une ao "mundo do 8" (o sobrenatural, a liberdade e a esfera de Binah).


O Mashiach encarna essa consciência de união, mostrando como viver no mundo material sem perder a conexão com o Infinito.


O Rei, O Pai e O Amado: Citando o Rei Davi nos Salmos (como no Salmo 21 sobre a "coroa de ouro fino / paz" colocada na cabeça do rei), a aula mostra que o Mashiach nos conecta diretamente à dimensão mais íntima do Criador — não apenas como um soberano distante, mas como um Pai e um Amado


"Este é o meu amado, e este é o meu amigo", do Cântico dos Cânticos.


Em suma, o Mashiach neste vídeo não é visto apenas como uma figura política futura, mas como uma consciência espiritual de redenção e unificação que já começa a despertar nos corações através do estudo profundo da Torá, da Cabala e da mudança na percepção da realidade.


Fonte:


 
 
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